Ser a vida precária,
Na efemeridade das coisas que temos,
Sentimentos transitórios...
Uma flor temporária em seu nascer
Na imagem que descortina na retina do olhar.
Na dor que finda,
No amor que de passagem reflete o interior pro mundo.
Na ânsia de olhar antes que acabe,
No desejo intrínseco de um ser provisório,
Que chora, sorrir, grita, geme, se assusta com o que é
simples demais...
Provisoriamente cantaremos o que estiver próximo,
Porque o que permanece é a essência até o infinito precário
da existência.
Reginaldo Bastos